domingo, 12 de abril de 2020

Nota de pesar pelo falecimento de Doniseti Melo

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná, Subseção Foz do Iguaçu e Região, lamenta o falecimento do jornalista e radialista Doniseti Jacinto de Melo, aos 64 anos, neste sábado, 11 de abril. O comunicador esportivo faleceu em decorrência de complicações clínicas causadas pelo câncer.

Donisete Melo destacou-se em vários jornais e rádios do estado, como a Rádio Difusora (onde iniciou sua carreira), Rádio Cultura, Rádio 97,7, A Gazeta do Iguaçu, Gdia, Correio de Notícias, O Estado do Paraná, Gazeta do Paraná, O Vale do Piquiri, Gazeta do Piquiri, Nosso Tempo e Jornal de Foz.


Natural de Bela Vista do Paraíso (PR), Donisete Melo colecionou amigos no jornalismo e no esporte. A sua contribuição à imprensa e ao esporte iguaçuense lhe rendeu o título de Cidadão Honorário de Foz do Iguaçu, em 2018.

O velório será no Cemitério São João Batista, com início marcado às 11 horas. O sepultamento será às 17 horas no Cemitério do Jardim São Paulo. Aos familiares, amigos e colegas, prestamos nossas condolências e deixamos os nossos pêsames neste momento de dor.


Um pouco da trajetória

Doniseti Melo, o narrador poeta
Doniseti Melo, narrador 
Fonte: Documentário Rádio Vozes da Emoção

quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Observatório de Mídia é lançado em Foz do Iguaçu


Observa Foz será apresentado pelo Sindijor nesta sexta-feira, 29


Criar um espaço de diálogo entre comunicadores e comunidade sobre a produção midiática, ampliar a criticidade entre produtores e “consumidores” de informação, além de estimular o debate mais profundo de assuntos de interesse público, com incentivo à produção de reportagens para além do factual.

Esses são os principais objetivos do Observa Foz, um projeto em construção de observatório da comunicação em Foz do Iguaçu. A proposta é resultado de encontros entre comunicadores da cidade dispostos a debater a mídia iguaçuense, realizados ao longo dos últimos meses.

O Observa Foz conta com apoio do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná. A ideia, a partir de agora, é somar forças com representantes de diferentes organizações, como sindicatos, universidades, conselhos municipais, organizações sociais e associações culturais.

O site do Observa Foz será apresentado à comunidade durante a roda de conversa sobre "Fake News”, mediada pelas jornalistas Denise Paro e Áurea Cunha. O evento acontecerá nesta sexta-feira, 29, às 19 horas, na UniAmérica (sala 406), com entrada aberta e gratuita para o público em geral.

Horizonte – O laboratório também pretende colaborar para que o cidadão analise o contexto das relações mídia/poder econômico e político, debatendo como funciona a agenda do processo comunicacional. Ao estimular crítica e autocrítica (ainda que ciente dos limites desse exercício), busca-se a qualificação e valorização do jornalismo.

O Observa Foz é inspirado nos princípios do Observatório de Imprensa, idealizado pelo jornalista Alberto Dines (1932-2018). Por definição, é uma “ferramenta civil, não governamental, não corporativa e não partidária que pretende acompanhar, junto com outras organizações da sociedade civil, o desempenho da mídia”.

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Ato em praça pública de Foz defende aposentadoria como direito social



Mobilização foi organizada por entidades sindicais e movimentos sociais

A oposição à reforma da Previdência foi a principal pauta da manifestação que marcou o Dia do Trabalhador nessa quarta-feira, 1º, na Praça da Bíblia, em Foz do Iguaçu. O ato público contou com panfletagem, adesivação de carros nos semáforos e programação cultural.

Roberto Geremias, diretor do Sindijor, presente no ato

A mobilização foi organizada pela Unidade Sindical e Popular, coletivo que reúne sindicatos e movimentos sociais iguaçuenses. Uma extensa faixa contra as mudanças nas regras de acesso à aposentadoria foi fixada no pergolado que fica no centro da praça, de frente para a Avenida República Argentina.

VÍDEO


No panfleto distribuído à população, sindicatos e movimentos sociais afirmavam que a reforma em tramitação no Congresso Nacional, na prática, vai acabar com o acesso à aposentadoria. Benefícios como pensão, abonos e outros programas sociais também poderão ser extintos, apontaram as organizações.

O alto índice de desemprego também foi criticado pelas entidades sindicais e por populares durante a manifestação do Dia do Trabalhador. A precarização do trabalho, agravada com a reforma trabalhista, em vigor desde 2017, foi outro ponto questionado pelo movimento.

A programação do Dia do Trabalhador integrou uma agenda de atividades promovida pela Unidade Sindical e Popular de Foz do Iguaçu contra a reforma da Previdência. Panfletagens, debates e conversas com a população foram realizados no terminal de ônibus, praças e bairros.

Trabalhadores opinam sobre a reforma
Loraci Oliveira: "prejuízos maiores às mulheres" 
Camareira, Loraci Oliveira relatou que está prestes a se aposentar por tempo de serviço, restando apenas completar a idade necessária. Ela teme que, se a reforma da Previdência for aprovada, demorará mais tempo para obter o benefício social.

Questionada se é a favor ou contra as mudanças nas regras para a obtenção da aposentadoria, Loraci respondeu com uma pergunta: “E quem pode ser a favor?”. Mãe de três filhas – que são professora, autônoma e enfermeira –, ela disse que a reforma trará prejuízos maiores às mulheres.

“Pelas regras atuais, em dois anos me aposentarei. Se for aprovada essa reforma, terei de esperar mais oito anos. Isso se conseguir”, relatou. Para complementar a renda, Loraci Oliveira vende doces caseiros na Praça da Bíblia e no comércio próximo ao equipamento público.

Vanderlei: "vai empobrecer ainda mais o Brasil" 

Profissional da construção civil, Vanderlei Gomes de Amorim considera a reforma da Previdência injusta para os trabalhadores e setores mais pobres da população. Para ele, além de afetar um direito de quem trabalha e contribui financeiramente, as mudanças na aposentadoria causarão aumento da pobreza.

“Quem é jovem ou tem mais idade não consegue emprego. Então como vão conseguir contar todo esse tempo de serviço que o governo quer exigir para a aposentaria?”, questionou o armador. “Isso [reforma da Previdência] vai empobrecer ainda mais o Brasil”, refletiu.

Continuidade

De acordo com representantes da Unidade Sindical e Popular, o movimento contra a reforma da Previdência em Foz do Iguaçu continuará. Estão planejadas outras iniciativas de conscientização, tanto voltadas para as categorias de trabalhadores como para o conjunto da população.














domingo, 14 de abril de 2019

Mídia e a questão racial.


Mídia e a questão racial. Este foi o tema da roda de conversa promovida conjuntamente pelo Sindijor, Unila e Uniamérica, na sexta-feira, 12. Durante 2 horas, os participantes discutiram a cobertura da mídia, cotas e o debate sobre o racismo estrutural no Brasil, entre outros aspectos.

O encontro, que reuniu comunicadores e estudantes, contou com a participação dos facilitadores Ana Paula Nunes (assistente social e técnico-administrativa da Unila), Waldemir Rosa (antropólogo, pesquisador da diáspora africana na América Latina e no Caribe) e Natan Azarias (tradutor intérprete de Libras)

A mediação ficou a cargo do jornalista Nelson Figueira. Perdeu a roda de conversa? Sem problema. Clique no link e assista na integra: https://youtu.be/3aUaG_BWk8M

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Contra a reforma da previdência


Todo apoio aos trabalhadores de Foz do Iguaçu que participaram, nesta terça-feira (26) de protesto contra a proposta de reforma da Previdência encaminhada ao Congresso Nacional pelo governo federal.

Puxada pelo Sindicato dos Professores e Profissionais da Educação da Rede Pública Municipal de Foz do Iguaçu (SINPREFI), a manifestação contou apoio de outras categorias e teve relação com a presença do presidente Jair Bolsonaro em Foz do Iguaçu para a posse do novo diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, Joaquim Silva e Luna.

Pela reforma, professores só poderão se aposentar a partir dos 60 anos e com tempo mínimo de contribuição de 30 anos. Para os professores no Regime Próprio (servidores), será preciso ainda 10 anos no serviço público e 5 no cargo. Atualmente, o tempo de contribuição previsto em lei para os docentes é de 25 anos para mulheres e de 30 anos para homens.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Roda de conversa sobre suicídio e imprensa


A roda de conversa sobre suicídio e imprensa reuniu mais de 40 pessoas, entre jornalistas, psicólogos, educadores, voluntários e estudantes. O encontro contou a participação de Cristiane Fraga Pimenta, voluntária e coordenadora do posto do Centro de Valorização da Vida (CVV) em Foz do Iguaçu, e foi mediado pela jornalista Izabelle Ferrari.


A conversa buscou refletir sobre as seguintes questões: suicídio é notícia? Existem situações possíveis de noticiar? Como orientar pessoas com depressão? E qual o papel das redes sociais. A ação contou com apoio do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná, Olé Propaganda e Centro de Direitos Humanos e Memória Popular.





Fotos: Marcos Labanca